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Se é titular de rendimentos passivos de qualquer natureza e pretende residir em Portugal, é crucial compreender os principais requisitos de elegibilidade e os passos do processo de candidatura ao visto D7.
O visto D7 destina-se a quaisquer cidadãos de outras nacionalidades que não as dos países membros da União Europeia, ou seja, americanos, brasileiros, canadenses, britânicos, etc, que sejam titulares de rendimentos passivos regulares diretamente em sua conta bancária e pretendam morar em Portugal por um período superior a 1 ano.
Como diz o nome, a renda passiva é aquela que não depende do esforço do trabalho e acontece independentemente deste.
São exemplos de rendimento passivo:
É importante destacar mais uma vez, que esses rendimentos devem ser recebidos regularmente na conta bancária pessoal do requerente do visto D7, e devem ser iguais ou superiores ao salário mínimo nacional em Portugal, atualmente (2024) em €820 mensais ou um total de €9.840 anuais.
Além de comprovar o montante dos rendimentos passivos, o requerente deve comprovar que tem capacidade financeira para se sustentar em Portugal pelo período de 1 ano. No caso de famílias, os valores acima mencionados devem ser acrescidos em 50% do valor mínimo acima mencionado para o cônjuge dependente, e em 30% para cada filho dependente. Veja abaixo sobre vistos para os familiares acompanhantes.
Outras considerações importantes:
O requerente principal do visto D7 pode requerer visto de residência para os seus familiares mais próximos simultaneamente ao seu pedido de visto D7, o que permitirá a imigração conjunta da família.
Os seguintes membros da família podem obter um visto de residência ao abrigo do visto D7, desde que comprovem os vínculos e situações indicadas:
Os vistos D7 devem ser requeridos junto ao Consulado ou Embaixada de Portugal no país de residência do requerente, ou seja, antes de viajar para Portugal, junto com diversos documentos solicitados pela legislação aplicável.
Emolumento/taxa: €90
Os vistos D7 são válidos por 4 meses e permitem 2 entradas em Portugal. Durante esse período, o titular do visto deverá comparecer ao agendamento marcado junto à AIMA (Agência para Integração, Migrações e Asilo) em Portugal, pelo Consulado ou Embaixada, na ocasião da entrega do passaporte com o visto D7. Caso o agendamento não tenha sido marcado nesta ocasião, será necessário fazer o pedido de agendamento na AIMA por telefone.
Na data do agendamento, serão recolhidos os dados biométricos e entregues os documentos necessários para a concessão da autorização de residência em Portugal, nos termos da legislação aplicável.
Emolumentos/taxas: €170,08
A autorização de residência para titulares de rendimentos passivos é emitida pelo período de 2 anos e renovável por mais 3 anos, totalizando os 5 anos de residência legal exigidos para a concessão de autorização de residência permanente e para requerer nacionalidade portuguesa.
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Para ser elegível, os candidatos devem ter uma fonte estável de renda passiva, atender a um limite mínimo de renda, ter seguro de saúde e comprovar acomodação em Portugal.
Os candidatos devem demonstrar uma renda mensal mínima de €1.200 (ou €2.400 para casais) proveniente de fontes passivas, como pensões, renda de aluguel ou retornos de investimento.
Qualquer tipo de renda que é gerada sem trabalho ativo ou emprego, como:
O visto D7 é inicialmente concedido por um ano e pode ser renovado por mais dois períodos de dois anos cada, desde que os critérios de elegibilidade ainda sejam atendidos. Após cinco anos, os titulares do visto D7 podem solicitar a residência permanente.
Sim, membros da família (cônjuges, filhos e pais dependentes) podem ser incluídos no pedido e receber seus próprios Vistos D7.
Não, a proficiência em português não é um requisito para o visto D7. No entanto, é recomendável ter algum conhecimento básico do idioma para o dia a dia em Portugal.
Deve realiza o pedido de visto junto do Posto Consular Português da sua área de residencia. Os candidatos devem enviar vários documentos, incluindo comprovante de renda, seguro saúde e alojamento.
Os prazos de processamento variam, mas, em média, leva vários meses para receber uma decisão sobre um pedido de visto D7.
Depois de entregue o pedido junto das autoridades Portuguesas o prazo máximo para resposta são 60 dias.
O visto D7 oferece diversos benefícios, incluindo o direito de viver em Portugal, acesso à saúde e educação, e a possibilidade de solicitar residência permanente após cinco anos.
Sim, é possível tornar-se cidadão português através do visto D7..
Passos para a Nacionalidade:
Obtenha um visto D7: O visto D7 concede uma autorização de residência de um ano, que pode ser renovada por períodos sucessivos de dois anos.
Mantenha Residência Legal: Para se qualificar para a cidadania, você deve manter a residência legal em Portugal por um total de cinco anos. Isso envolve atender aos requisitos mínimos de permanência e cumprir quaisquer outras obrigações legais.
Solicite a Residência Permanente (Opcional): Após cinco anos de residência legal, você pode solicitar a residência permanente, que não é obrigatória, mas fornece certos benefícios e facilita o processo de solicitação de cidadania.
Solicite a Cidadania: Uma vez que tenha atendido aos requisitos de residência, você pode solicitar a cidadania portuguesa por naturalização. Isso requer a aprovação em um teste de língua portuguesa e a demonstração de conhecimento da história e cultura portuguesas.
Considerações Adicionais:
O processo de inscrição para cidadania geralmente leva vários meses para ser concluído.
Você deve renunciar a quaisquer outras cidadanias que possua, a menos que se qualifique para a cidadania dupla.
Você pode ser solicitado a fornecer documentação e evidências para apoiar sua inscrição.
É aconselhável consultar as autoridades relevantes ou profissionais legais para orientação sobre os requisitos específicos e procedimentos para obter a cidadania portuguesa através do visto D7.
Sim, é possível viver em Portugal como um trader de criptomoedas. Portugal tornou-se um destino popular para traders de criptomoedas devido ao seu regime fiscal favorável.
Taxação de criptomoedas em Portugal:
Cryptomoedas não são consideradas como moeda legal em Portugal. No entanto, são tratadas como ativos para fins fiscais.
Os ganhos de capital provenientes da venda de criptomoedas estão isentos de imposto de renda pessoal..
Outras Considerações Fiscais:
Renda gerada a partir de atividades de negociação de criptomoedas pode estar sujeita ao imposto de renda corporativo se você operar como um negócio registrado.
É importante consultar um consultor fiscal para determinar suas obrigações fiscais específicas com base em suas circunstâncias individuais.
Considerações Legais:
A negociação de criptomoedas não é regulamentada em Portugal, mas é recomendável seguir as melhores práticas e cumprir as regulamentações de combate à lavagem de dinheiro e de conheça seu cliente (KYC).
É aconselhável procurar aconselhamento jurídico para garantir que esteja operando em conformidade com todas as leis aplicáveis.
Dicas Adicionais:
Considere estabelecer uma entidade legal, como uma empresa ou empresário individual, para realizar suas atividades de negociação de criptomoedas.
Mantenha registros precisos de todas as suas transações para fins fiscais e de conformidade.
Mantenha-se atualizado sobre quaisquer mudanças nas leis tributárias e regulamentações portuguesas relacionadas às criptomoedas.
Ao seguir estas diretrizes e buscar aconselhamento profissional, você pode navegar pelo cenário legal e fiscal de Portugal como um trader de criptomoedas.
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Por favor, procure um advogado ou profissional financeiro para aconselhamento sobre a sua situação específica.
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